13 de Julho de 2024

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GERAL Terça-feira, 17 de Setembro de 2019, 13:22 - A | A

Terça-feira, 17 de Setembro de 2019, 13h:22 - A | A

PETRÓLEO

Crise internacional não deve interferir no preço do combustível em MT

PNB ONLINE

Ao contrário do que foi especulado, o ataque sofrido pelo maior campo de petróleo do mundo, localizado na Arábia Saudita, no último sábado (14), não deve interferir, pelo menos por enquanto, no preço praticado nos postos de combustíveis em Mato Grosso. 

 Segundo Nelson Soares, diretor executivo do Sindipetróleo em MT, os postos acompanham a decisão da Petrobrás, já que formatam os preços conforme repasse realizado pelas refinarias e distribuidoras. Nesta terça-feira (17), em nota, a estatal brasileira informou que não fará reajustes de forma imediata.  “Conforme a nota emitida pela Petrobrás, não haverá nenhum ajuste de preço nesse momento, até porque é preciso aguardar o que vai acontecer.

A Arábia Saudita já informou que retorna a produção a pleno funcionamento dentro de algumas semanas. Então, os preços já estão normalizando novamente e eu acredito que tenha sido um susto que não implicará em aumentos”, afirmou Soares.  

A nota da Petrobrás ainda afirma que segue acompanhando o mercado e que vai decidir oportunamente sobre reajustes futuros. A decisão é vista como sensata, a priori. Porém, caso as previsões mais otimistas não se confirmem, segurar o preço do combustível pode representar prejuízos para a estatal. Alguns países como os Estados Unidos (EUA), já repassaram reajustes para os consumidores. 

 Entenda o caso com Estadão Conteúdo Um ataque de drones atingiu a maior instalação de processamento de petróleo do mundo na Arábia Saudita, na madrugada do último sábado (14). De acordo com o Ministério do Interior saudita, além da instalação, um campo de petróleo em atividade também foi atingido. 

O grupo houthis, do Iêmen, reivindicou a ação, mas autoridades sauditas ainda não apontaram responsáveis pelos ataques. Os Estados Unidos, porém acusam formalmente o Irã, já que teriam identificado que os drones partiram do país e foram fabricados lá.  Desde 2015, uma coalizão liderada pela Arábia Saudita luta contra o grupo rebelde.

Os houthis, apoiados pelo Irã, mantêm a capital do Iêmen, Sanaa, e outros territórios no país mais pobre do mundo árabe. O grupo já utilizou drones em outros ataques.

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