24 de Maio de 2024

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POLÍTICA Terça-feira, 01 de Novembro de 2022, 08:48 - A | A

Terça-feira, 01 de Novembro de 2022, 08h:48 - A | A

CORINGA NO PAIAGUÁS

Vice-governador eleito Otaviano Pivetta garante retaguarda de Mendes na gestão do estado

Atuando como um verdadeiro estadista, o vice-governador tem sido peça fundamental no sucesso do Governo

Redação

O gabinete do vice-governador, Otaviano Pivetta (Republicanos) no Palácio Paiaguás, em Cuiabá, é o endereço certo para deputados estaduais, prefeitos, vereadores, líderes setorais, executivos e investidores que precisem resolver qualquer problema nas suas relações com o Estado de Mato Grosso. O gabinete funciona como uma verdadeira “embaixada” da sociedade no Governo.

Ninguém sai de lá sem uma solução, sem uma orientação, sem uma resposta para as suas demandas.

O trabalho realizado por Pivetta nos bastidores do dia a dia da gestão estadual é reconhecido por todos como um dos pilares do sucesso da administração Mauro Mendes (UB).

O vice-governador é ainda apontado como uma espécie de “garantidor” dos compromissos eleitorais firmados com os mais diversos segmentos produtivos do estado. Seria mérito de Pivetta as articulações que juntou em um único bloco a quase totalidade dos prefeitos no apoio à candidatura de Mendes e o massivo aporte de recursos financeiros que deram as bases necessárias para a reeleição da dupla em primeiro turno com avassaladores 1.114.549 votos totais, o equivalente a 68,45% dos votos válidos apurados.

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A experiência política de Pivetta o torna, de fato, um ativo político valioso e estratégico na equipe do chefe reeleito do Executivo Estadual mato-grossense. Com uma trajetória de self-made-man no setor privado – começou trabalhando como camioneiro e se tornou um dos maiores empresários do agronegócio do país, - Otaviano Pivetta vem construindo uma carreira também excepcional na política.

Terceiro dos sete filhos do caminhoneiro Tilidio José Pivetta e da professora e catequista Margarida Gelmina Faccin Pivetta, Otaviano chegou à Mato Grosso no início dos anos de 1980 para trabalhar como motorista transportando soja para os portos litorâneos de São Paulo e Paraná. Assentou residência em Lucas do Rio Verde em 1982, então, uma “currutela” com pretensões a se tornar município.
Não demorou para que se envolvesse no movimento comunitário local e enxergasse na agricultura o caminho para melhorar de vida. Como agricultor, investiu na produção arroz, soja, algodão, milho, suínos e bovinos.

O sucesso econômico na atividade o levou a criar o grupo Vanguarda do Brasil S.A, que posteriormente se tornou a Vanguarda Agro S.A, hoje considerada uma das maiores empresas do ramo no país.
Sua primeira aparição política se deu em 1996, ao vencer a eleição para prefeito de Lucas do Rio Verde. Tornou-se então o terceiro prefeito da história do jovem município. Adotando uma visão moderna e arrojada para a administração pública, baseada em princípios de organização empresarial, promoveu uma revolução na gestão da cidade.

Em apenas quatro anos, a pequena Lucas se tornou uma das melhores cidades em qualidade de vida e desenvolvimento humano de Mato Grosso.
A excelência e eficiência da gestão garantiu a Pivetta sua reeleição em 2000 e o colocou no radar dos grupos políticos majoritários do estado como um quadro de grande potencial eleitoral. Em 2006 elegeu-se deputado estadual, mandato que cumpriu como um dos mais pro ativos parlamentares da Assembleia Legislativa. Em 2012, voltou a ser prefeito de Lucas do Rio Verde mais uma vez.
Otaviano Pivetta poderia ter se candidatado à reeleição em 2016.

No entanto, mesmo tendo sido o vencedor do Prêmio Prefeito Empreendedor, com o projeto Ecoponto e Sistema de Coleta Mecanizada na categoria Inovação e Sustentabilidade, promovido pelo Sebrae e calçado em um índice de aprovação e popularidade superior a 70%, preferiu ceder a vez à outro e cuidar dos negócios pessoais.
A ideia de se manter longe da política não vingou por muito tempo.

Já em 2018, acabou convencido pelas pressões de amigos e correligionários a compor a chapa com Mauro Mendes, outro empresário e calouro na disputa eleitoral estadual, para disputar o Governo do Estado.

Convencido e atraído pela perspectiva de replicar em nível estadual o modelo de gestão que havia introduzido e feito de Lucas do Rio Verde a campeã estadual em qualidade de vida e desenvolvimento humano e uma das 100 melhores cidades do Brasil para se viver, empreender e investir, Pivetta aceitou o desafio de concorrer ao Governo do Estado como vice de Mauro Mendes.

A dupla Mendes e Pivetta venceu o pleito já no primeiro turno ao conquistar 58,69% dos votos (840.094 votos válidos) contra os 19,56 % dos votos obtidos pelo seu principal adversário, o senador Wellington Fagundes e os 19% alcançados pelo então governador e candidato a reeleição, Pedro Taques.
Com esse score eleitoral no currículo, Otaviano Pivetta poderia ter se candidato à sucessão de Mauro Mendes, causando um “racha” na base aliada. Driblou as pressões e vontade dos amigos, correligionários - e dos abutres do poder - ao se recusar a trair o companheiro de Governo.
Também poderia ter se candidatado ao Senado da República.

Mas, num gesto de grandeza e visão política de longo alcance, abriu mão do projeto pessoal para permitir uma composição que favorecesse a reeleição de Mauro Mendes, cedendo a vaga natural do grupo para a reeleição de Wellington Fagundes (PL), o candidato que tinha as bênçãos do presidente Jair Bolsonaro, apoiado pelo grupo.
Ao aceitar, no último minuto do prazo legal para a definição de chapas, ser novamente o candidato a vice de Mendes, Pivetta demonstrou que é um dos grandes estrategistas da nova política de Mato Grosso. Sua presença no Palácio Paiaguas agrega à gestão de Mendes uma força política funciona como uma espécie de “blindagem” às intempéries e desgastes que toda administração pública sofre ao longo do mandato. Hábil negociador, sério em seus compromissos, realistas e pragmático, Pivetta é hoje um dos mais eficazes e fieis auxiliares do Governador. É um estadista e pensador que faz a diferença em qualquer área em que seja escalado.
Apesar da sua inegável competência, o vice-governador afirma não ter nenhum interesse de assumir alguma das secretarias estratégicas do Estado neste segundo mandato. Em recente entrevista coletiva, Pivetta descartou os rumores de seria indicado para a assumir a Secretaria de Educação ou a Secretaria de Infraestrutura e Obras.

“O meu entendimento com o Mauro já vem de longa data, está centrado na execução de uma governança austera com resultados, gastando bem o dinheiro público em áreas estratégicas e necessárias. Isso nós temos feito. Por isso estou satisfeito em estar onde estou. No que for para eu ajudar, estou ajudando e está tudo certo”, declarou Pivetta.

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