16 de Julho de 2024

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GERAL Terça-feira, 26 de Novembro de 2019, 13:11 - A | A

Terça-feira, 26 de Novembro de 2019, 13h:11 - A | A

UNIVERSIDADE

Após fim de contrato com empresa, UFMT anuncia recadastramento no RU

PNB Online

Os estudantes da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) terão o período de 9 a 12 de dezembro, das entre as 8h e às 20h e, no dia 13, das 8h às 16h para realizarem recadastramento biométrico para acesso ao Restaurante Universitário (RU). Quem não realizar o novo cadastro não poderá se alimentar no RU a partir do começo de 2020.

 

O recadastramento se deve ao encerramento do contrato com a empresa Novo Sabor Refeições Coletivas Ltda., que tem como um dos sócios o empresário Alan Ayoub Maluf. A Novo Sabor pertence ao grupo ÁS, o mesmo que reúne empreendimentos como Buffet Leila Malouf e o Restaurante Mahalo. O contrato foi firmado com a Universidade de forma temporária em 2014 e renovado ano a ano até 2019. 

 

A licitação para contratação da nova empresa prestadora e fornecedora de refeições já está em andamento, com previsão de início do atendimento junto do retorno das aulas. A produção passará a acontecer na cozinha do RU, diferente do que era feito pela antiga empresa. 

 

Desde a última quinta-feira (21), os usuários já podiam se dirigir ao caixa da empresa e solicitar o saldo/extrato da conta. A última refeição será servida no dia 21 de dezembro, com o encerramento do período letivo, mas o caixa ficará disponível para esse atendimento até o dia 24.

 

Para realizar o recadastramento, os estudantes devem se dirigir ao auditório da Faculdade de Arquitetura Engenharia e Tecnologia (Faet), o Mofão.

 

CGU apontou pagamento indevido à Novo Sabor 

 

No começo de novembro, a Controladoria Geral da União (CGU) publicou um relatório em que aponta má gestão do recurso público por parte da Universidade, havendo, entre outras questões, pagamentos indevidos à empresa Novo Sabor. O documento indica divergência  entre  a quantidade de refeições consumidas diariamente e o consumo mensal, além de duplicidade de nota fiscal cobrindo o mesmo período de  fornecimento. 

 

Na ocasião, a UFMT afirmou que afastou o responsável pela  pela autorização do pagamento das notas e instalou  Processo Administrativo de Responsabilização (PAR) para apurar a responsabilidade do prejuízo ao erário público.

 

 

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