Em nota, a mineradora Fomentas Mining Company negou que tivesse cortado os repasses que realizava para o Hospital Geral do município de Poconé, após a vitória do ex-presidente Luiz Lula Inácio da Silva no segundo turno das eleições deste ano. A empresa destacou que a suspensão dos repasses se deu por conta do cenário econômico envolvendo o mercado do ouro em âmbito mundial.
Vale ressaltar, que a mineradora apoiou por quatro anos o hospital sem expectativa de reconhecimentos públicos.
Veja Nota:
1) A suspensão se faz necessária diante do cenário econômico envolvendo a compra e venda do ouro no mundo, já que houve aumento de custos na produção, como por exemplo, no litro de óleo diesel e redução no valor final pago pelo minério;
2) A medida é para conter gastos e não tem motivação política. A Fomentas defende a democracia e não tomou a medida antes (no período eleitoral) inclusive para não soar como pressão ou qualquer ato em favor de candidato A ou B;
3) Outros setores/despesas também deverão sofrer cortes, para que a empresa consiga manter suas atividades e fechar o ano no azul;
4) Foram 4 anos de custeio de 100% dos medicamentos do Hospital e dos partos cesáreas beneficiando milhares de famílias;
5) Nesse período também houve a quitação de todos os débitos pendentes do Hospital de Poconé, cumprindo sua responsabilidade social;
6) A suspensão é temporária, uma vez que no próximo ano, a Fomentas começa a receber a premiação pelo ouro responsável, cujos valores serão 100% destinados à população do entorno das mineradoras do grupo.