21 de Julho de 2024

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GERAL Terça-feira, 22 de Outubro de 2019, 15:40 - A | A

Terça-feira, 22 de Outubro de 2019, 15h:40 - A | A

AÇÃO NA RODOVIÁRIA

Empresa vende bilhete ilegal e tem ônibus apreendido em Cuiabá

Mídia News

O motorista de um ônibus da empresa Gontijo tentou fugir com o veículo durante uma operação de fiscalização da Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Ager) na manhã desta terça-feira (22), na Rodoviária de Cuiabá. 

A ação teve início às 8h e só encerrou por volta de 13h30. Segundo o presidente da Ager Fábio Calmon, a empresa vendeu três passagens de forma ilegal. Elas foram cadastradas como interestaduais, saindo de Cáceres com destino a Jataí (GO). No entanto, elas eram intermunicipais e a Gontijo não possui licença para vender este tipo de passagem no Estado. “Na passagem estava escrito Cáceres-Jataí, mas de fato o pessoal ia de Cáceres para Alto Garças. Eles usam esse modus operandi para tentar enganar a fiscalização e transportar passageiros de forma clandestina e irregular”, explicou Calmon.

Por conta disso, o ônibus foi apreendido. Ao tentar levar o veículo para a garagem, o motorista tentou desviar com o ônibus causando uma confusão no local.

A Polícia Militar precisou ser acionada para conter a possível fuga. Enquanto isso, os 30 passageiros foram retirados do automóvel e ficaram esperando que a empresa os realocasse. “Os passageiros ficaram dependendo da boa vontade da empresa, que dificultou ao máximo a ação da Ager com a Polícia Militar”, relatou o presidente. Ainda conforme Calmon, a Gontijo possui uma liminar federal que prejudica a fiscalização e dá a sensação de que ela pode agir da "forma que bem entende não respeitando as regras". Isso, segundo Calmon, acaba lesando empresas concorrentes que prestam o serviço de forma legal. “O Estado de Mato Grosso tem regras, sim.

A gente vem cumprindo regras e infelizmente algumas empresas tentam burlá-las. Isso dá um prejuízo para o Estado na questão do ICMS pelo não recolhimento e prejudica as empresas que estão tentando prestar o serviço regular dentro do Estado”, concluiu.

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