15 de Julho de 2024

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GERAL Sábado, 02 de Novembro de 2019, 14:15 - A | A

Sábado, 02 de Novembro de 2019, 14h:15 - A | A

PESQUISA EM CUIABÁ

Mais de 124 mil famílias têm dívidas contraídas de forma parcelada

Mídia News

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), referente ao mês de outubro, em Cuiabá, revela que 124.510 famílias possuem contas ou dívidas contraídas de forma parcelada. Este número é menor do que o registrado no mês anterior, de 124.818.

 

A pesquisa divulgada nesta quarta-feira (30) pela Federação do Comércio de Mato Grosso (Fecomércio-MT) mostra que o número de famílias endividadas é maior do que o registrado no mesmo período do ano passado, quando 119.906 delas se encontravam nesta situação.

 

De acordo com a entidade, os fatores que contribuíram para a queda foram os recursos extras advindos do FGTS e PIS/Pasep, somados à sazonalidade positiva no mercado de trabalho, favorecendo assim a redução do endividamento.

 

Dentre as famílias endividadas, apenas 30.155 delas declararam que não ter condições de pagar as contas, um aumento de 0,5 ponto percentual na comparação mensal. Já em relação a outubro de 2018, registrou-se uma queda de 2,8 pontos percentuais (35.264).

 

Mais uma vez, o cartão de crédito lidera como principal tipo de dívida das famílias na capital (69,5%), menos do que o registrado no mês passado (71,2%). Os carnês representam o segundo maior tipo de dívida, com 36,1%, um ponto percentual menor do que o verificado também no mês anterior.

 

Em relação ao tempo comprometido com dívidas, as famílias passam, em média, 7,3 meses vinculada a uma dívida parcelada. Fato curioso observado na pesquisa atual é que tal condição se aplica às famílias que recebem até 10 salários mínimos e as que recebem acima disso.

 

O que tem registrado aumento é a parcela da renda comprometida das famílias. Em outubro, elas comprometiam 23% da renda familiar, contra 14,2% no mesmo período do ano passado. Apesar do aumento, a porcentagem ainda está abaixo do limite aceito por especialistas em finanças pessoais, que é de 30%.

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